Transporte coletivo: revisar para modenizar diz Leandro Soares Machado

A cidade de Ponta Grossa começou a usufruir do transporte coletivo urbanos por volta de 1927. Da antiga Auto Viação Pontagrossense, passando para que é hoje, Viação Campos Gerais (VCG), que assumiu o controle do sistema de transporte público.

Este tema serve para grande parte dos atuais Vereadores como uma espécie de “saco de pancadas”, existindo muitas ideias, porém, ainda é tema de debate interminável.

Leandro Soares Machado, candidato a Vereador, como usuário do transporte coletivo apresenta:

“Proponho realizar uma auditoria detalha sobre as vendas de passagens, bem como o custo efetivo da empresa, levando em consideração as gratuidades e a meia passagem.

Existe um Conselho Municipal de Transporte, através da Lei Municipal nº 7.018/2002, este órgão deve ter apoio irrestrito do Legislativo, para sua plena atuação e para que não sirva de “massa de manobra”, e sim exerça sua função.

Os usuários do transporte estão contentes com os serviços oferecidos?

Primeiramente, temos que lembrar que foi criada a Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes (AMTT), esta instituição vem atuando de modo a dar confiança a população quanto a requisitos de controle, tais como: pontualidade, conforto, atendimento, segurança e respeito aos usuários.

Se consultarmos a AMTT, as vozes são até favoráveis, mas demonstram certo cuidado em temas como o preço da tarifa proposto através de planilha de custo e o cumprimento legal renovando a frota a cada 10 anos.

Já a empresa relata que o sistema atual atende quase que 100% (cem porcento) das necessidades e a informatização da empresa permite facilidades como a compra através de cartões, além, das providências de administrar os terminais e ainda se fala em investimento em pontos de parada.

Sou usuário do transporte coletivo e percebo que os horários de pico revelam algumas deficiências e nos horários de queda um intervalo muito grande entre um ônibus e outro. A super lotação, demora no atendimento, falta de veículos para bairros mais distantes do centro.

A cidade cresceu e isto faz com que a tal da queda do ‘monopólio’, sirva de ‘passaporte’ para políticos que sabem que somente poderá haver mudança em 2022.

Eu uso a palavra revisar por ser ela que defini melhor a atitude dos envolvidos na questão, ou seja, o Poder Executivo, Legislativo e o Conselho.

Proponho no 11º eixo do meu plano de trabalho:

Revisão do sistema de transporte coletivo urbano, buscando a modernização e o efetivo controle de tarifa, priorizando qualidade e segurança.

Defendo nesta revisão a análise da utilização de micro-ônibus, a ampliação do Conselho, a abertura de concorrência pública que possibilite empresas de menor porte prestar esse serviço, através de linhas especiais com utilização de veículos alternativos que atuem em horários específicos para reduzir a demanda no pico e dar um atendimento complementar nos horários de queda.

Tenho observado que diante dos problemas a população está recorrendo ao transporte por aplicativo, mototáxi e até mesmo ao tradicional taxi. Contudo é dever do município oferecer transporte público de qualidade, com valor acessível, pois se trata de um serviço essencial. Estamos diante da necessidade de termos um Vereador de verdade”.

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