Envie sua dúvida, sugestão de pauta ou proposta de parceria.

Use o formulário abaixo para falar com Leandro Soares Machado sobre educação, ciência, pesquisa, inovação, entrevistas, serviços, pautas, projetos e parcerias institucionais.

Formulário de contato

Os campos com asterisco são obrigatórios. A resposta será enviada ao e-mail administrativo vinculado ao Blogger.

Canais e orientações

Este espaço recebe mensagens institucionais, sugestões de pauta, pedidos de informação, convites, propostas de parceria e contatos profissionais.

  • Pautas e imprensa: envie o contexto, local, data e fonte principal.
  • Serviços e parcerias: descreva o objetivo, prazo e forma de contato.
  • Correções editoriais: informe o link da página e o ponto a ser revisado.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Câmara se prepara para votação de impeachment 24 anos pós-Collor

Deputados reunidos em 1992 para votar o impeachment de Collor
A Câmara dos Deputados se prepara, 24 anos depois, para, mais uma vez, decidir se autoriza ou não a abertura de processo de impeachment contra um presidente da República, no caso, contra a presidente Dilma Rousseff.

Em 1992, 441 deputados votaram sim e autorizaram o Senado a abrir processo contra o então presidente Fernando Collor. Só 38 votaram não. O que aconteceu em seguida entrou para os livros de história.

Depois da autorização da Câmara, o Senado abriu o processo e Collor foi afastado da presidência.
O afastamento era provisório, mas virou definitivo quando o próprio Senado, em uma sessão presidida pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Sidney Sanches, condenou o presidente, três meses depois.
Mas quais são as semelhanças e diferenças entre os dois casos? Dois cientistas políticos e um dos protagonistas daquela votação, o então presidente da Câmara Ibsen Pinheiro, comparam os dois processos.
Para o cientista político Flávio Testa, os dois pedidos de abertura de processo têm pontos em comum. "O impeachment tem que ter um fundamento jurídico e uma boa cobertura política. Essa cobertura política está vinculada à pressão da população. E, claro, daquilo que a mídia faz para disseminar essa discussão. Eu acho que, nesse aspecto, os dois são parecidos."
Fonte: Agência Câmara Notícias